Autoridades americanas, entre elas o FBI e a agência nacional antiterrorismo, disseram que não acreditam em um atentado contra as autoridades presentes à reunião, entre elas o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. A polícia local está mais preocupada com protestos de desempregados, que perderam seus trabalhos devido à atual crise econômica. As autoridades afirmaram que estão preocupadas com atos individuais "de pessoas afetadas pela atual crise econômica" e que possam "agir impulsivamente". Participam da reunião do G20 neste final de semana os chefes de estado dos Estados Unidos, Brasil, Argentina, Austrália, Reino Unido, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Rússia, Arábia Saudita, África do Sul, Coréia do Sul e Turquia, além de representantes da União Européia. 
Um grupo de pessoas com máscaras dos principais líderes do Grupo dos 20 (G20) protestou nesta sexta-feira em Washington, onde neste final de semana acontece uma reunião do grupo de nações. Dentre os representados estavam o presidente americano, George W. Bush; o presidente francês, Nicolas Sarkosy; a chanceler alemã Angela Merkel; e os primeiros-ministros da Itália e Reino Unido, Silvio Berlusconi e Gordon Brown.
G20: manifestantes protestam com máscaras de líderes
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